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	<title>Cimentec Artefatos de Cimento Ltda.</title>
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	<description>Cimentec Artefatos de Cimento Ltda.</description>
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		<title>SIPAT &#8211; Gestão 2010/2011.</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 20:38:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Palestras]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança do Trabalho]]></category>

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		<description><![CDATA[Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho – SIPAT &#8211; Gestão 2010/2011.              Na segunda-feira dia 25/07 houve a abertura da semana de palestras com a explanação do presidente da CIPA, o Sr. Allan Guther Villatore, apresentando o objetivo da realização desta semana de prevenção, bem como o balanço das situações ocorridas na Gestão 2010/2011 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><a href="http://www.cimentec.com.br/blog/?attachment_id=89" rel="attachment wp-att-89"><img class="alignleft size-medium wp-image-89" title="DSC03831" src="http://www.cimentec.com.br/blog/files/DSC038311-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a>Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho – SIPAT &#8211; Gestão 2010/2011.</h2>
<p><span id="more-59"></span></p>
<p>             Na segunda-feira dia 25/07 houve a abertura da semana de palestras com a explanação do presidente da CIPA, o Sr. Allan Guther Villatore, apresentando o objetivo da realização desta semana de prevenção, bem como o balanço das situações ocorridas na Gestão 2010/2011 como as melhorias, os treinamentos realizados, os acidentes de trabalho ocorridos e a importância de cada um cuidar da sua segurança nas atividades que realiza e as idéias que ficarão para implementação pela nova Gestão.</p>
<p><a href="http://www.cimentec.com.br/blog/?attachment_id=61" rel="attachment wp-att-61"><img class="aligncenter size-medium wp-image-61" title="DSC03760" src="http://www.cimentec.com.br/blog/files/DSC03760-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">             Na terça-feira dia 26/07 o Sr. Charles Costi da CCF Consultores, apresentou a palestra sobre Segurança do Trabalho – “Segurança nas mãos”, apresentando aos colaboradores a importância de proteger suas mãos no ambiente de trabalho, bem como na vida pessoal, mostrou como os descuidos e desatenções podem causar acidentes leves ou graves e a importância das mãos em sua rotina diária.</p>
<p>         <a href="http://www.cimentec.com.br/blog/?attachment_id=63" rel="attachment wp-att-63"><img class="size-medium wp-image-63 aligncenter" title="DSC03771" src="http://www.cimentec.com.br/blog/files/DSC03771-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a> </p>
<p>                 Na quarta-feira dia 27/07 recebemos a Srta. Michele Doerlitz do Serviço Social da Industria – SESI, apresentando a palestra “DST/HIV/AIDS”, conscientizando o pessoal sobre a prevenção, os cuidados e os riscos a saúde relacionados a estes tipos de doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">             Na quinta-feira dia 28/07 a Sra. Paola Costi, Terapeuta Ocupacional, ocorreu a palestra sobre Segurança do Trabalho – Ergonomia, apresentando ao pessoal a importância da correta posição corporal para executar suas tarefas diárias como o carregamento de peso. Ao final da palestra os colaboradores participaram de um exercício de alongamento corporal e foram orientados sobre a ginástica laboral e a importância do relaxamento entre algumas atividades diárias.</p>
<p style="text-align: justify;">             No fechamento da semana da SIPAT, sexta dia 29/07, recebemos novamente a Srta. Michele Doerlitz do SESI, com a palestra “Drogas, alcoolismo e tabagismo”, onde apresentou os riscos a saúde que o uso/consumo destas substâncias causam, bem como alguns tipos de sintomas e doenças ocasionado pelo uso das mesmas.</p>
<p style="text-align: justify;">            Ao final de cada palestra os colaboradores foram premiados com sorteio de diversos brindes.</p>
<p style="text-align: justify;">          <a href="http://www.cimentec.com.br/blog/?attachment_id=62" rel="attachment wp-att-62"><img class="aligncenter size-medium wp-image-62" title="DSC03759" src="http://www.cimentec.com.br/blog/files/DSC03759-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: center;"> A Cimentec agradece a participação de todos.</p>
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		<title>Auditoria OCP LACTEC</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 14:34:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[                Nos dias 21 e 22 de Julho de 2011, foi realizado auditoria de manutenção no SGQ da Cimentec Artefatos de Cimento, auditoria realizada pela OCP LACTEC, Certificação de Produtos, tendo como auditor líder o Sr. Eduardo Bizineli. Foram utilizados como referência os seguintes documentos:  - Manual da Qualidade da Cimentec.  - Relatório de Avaliação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>    <a href="http://www.cimentec.com.br/blog/?attachment_id=106" rel="attachment wp-att-106"><img class="alignleft size-medium wp-image-106" title="OCP LACTEC" src="http://www.cimentec.com.br/blog/files/Logomarca-LACTEC-300x139.jpg" alt="" width="300" height="139" /></a>           </p>
<h3>Nos dias 21 e 22 de Julho de 2011, foi realizado auditoria de manutenção no SGQ da Cimentec Artefatos de Cimento, auditoria realizada pela OCP LACTEC, Certificação de Produtos, tendo como auditor líder o Sr. Eduardo Bizineli.<span id="more-105"></span></h3>
<p>Foram utilizados como referência os seguintes documentos:</p>
<p> - Manual da Qualidade da Cimentec.</p>
<p> - Relatório de Avaliação Técnica – Doc 01 a Doc 05 &#8211; OCP LACTEC.</p>
<p> - Diretriz de Certificação de Produtos – PL 01 &#8211; OCP LACTEC.</p>
<p> - Procedimento para Certificação de Produtos – POL – 09 &#8211; OCP LACTEC.</p>
<p> - NBR ISO/IEC 17025 – Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaios e calibração.</p>
<p>              Foi evidenciado na auditoria registros de ensaio de compressão em corpos de prova de concreto, ensaios de absorção de água no concreto, Certificados de Qualidade do Cimento, aço e aditivo, ensaios de reatividade álcali agregado, registros de treinamento, tendo como base o Manual da Qualidade que está baseado na ABNT NBR ISO 9001-2008.</p>
<p>              O Sr. Eduardo Bizineli, acompanhou ensaios de Resistência a Compressão em Corpos de Prova de Concreto, Determinação da Consistência pelo Abatimento do Tronco do Cone (SLUMP) e atividades ligadas à produção de postes: montagem da armadura, enchimento e içamento dos postes duplo T produzidos no dia 21-07-2011.</p>
<p>             Com os resultados obtidos na auditoria de manutenção a Cimentec obteve nota 9,76 para IQS (Índice de Qualidade no Sistema) e nota 9,44 para IQP (Índice de Qualidade no Produto), conforme documento POQ – 09 revisão 0 de novembro de 2010 da OCP LACTEC.</p>
<p style="text-align: center;">Conforme os resultados obtidos, a OCP LACTEC recomendou  a certificação dos produtos avaliados.</p>
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		<title>Fundações por hélice-contínua invadem grandes centros urbanos</title>
		<link>http://www.cimentec.com.br/blog/?p=12</link>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 17:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[concreto]]></category>
		<category><![CDATA[construções]]></category>
		<category><![CDATA[obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Sistema ganha competitividade em regiões comalta densidade de edifícios, por causar menos poluição sonora e oferecer menor risco à estrutura de prédios vizinhos A estaca helicoidal, que perfura o solo como um “saca-rolhas gigante”, é cada vez mais usada para as fundações de edifícios nos grandes centros urbanos. Sua competitividade se deve ao fato de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="post-15267">
<h2><em><a href="http://www.cimentec.com.br/blog/?attachment_id=29" rel="attachment wp-att-29"><img class="alignleft size-full wp-image-29" title="helice1-300x199" src="http://www.cimentec.com.br/blog/files/helice1-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></em></h2>
<h2><em>Sistema ganha competitividade em regiões com</em><em>alta densidade de edifícios, por causar menos </em><em>poluição sonora e oferecer menor risco à </em><em>estrutura de prédios vizinhos <span id="more-12"></span></em></h2>
<p>A <strong>estaca helicoidal</strong>, que perfura o solo como um “saca-rolhas gigante”, é cada vez mais usada para as fundações de edifícios nos grandes centros urbanos. Sua competitividade se deve ao fato de produzir menos <strong>poluição sonora</strong> e também por oferecer baixo risco às estruturas de prédios vizinhos. Não significa dizer, porém, que o tradicional método que utiliza o bate-estacas esteja condenado. É o que o coordenador do curso de Engenharia Civil da Universidade de Goiás, Rodrigo Gustavo Delalibera, explica na entrevista a seguir. Confira:</p>
<div>
<div>
<p><strong> </strong>Professor Rodrigo Gustavo Delalibera: &#8220;Cada sistema de fundação tem vantagens e desvantagens.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A execução de fundações de edifícios utilizando o sistema hélice-contínua já é predominante neste tipo de construção no Brasil?</strong><br />
O uso de estacas do tipo <strong>hélice-contínua</strong> monitorada foi desenvolvida nos Estados Unidos. No Brasil, esse tipo de estaca é usado desde 1987 e sua aplicação vem demonstrando grande crescimento principalmente em regiões metropolitanas, onde as vibrações provocadas pelos bate-estacas podem gerar patologias nas edificações limítrofes. É muito difícil afirmar que o sistema “hélice-contínua monitorada” seja predominante na construção de edifícios no país, pois a escolha de um sistema de fundações depende de muitas variáveis envolvidas, como: a intensidade dos esforços solicitantes nas fundações; a existência de edifícios limítrofes; a topografia do terreno; a disponibilidade de sistemas de fundações na região onde será construído o edifício; o custo das fundações, o perfil geotécnico do terreno, entre outros. Cabe ao engenheiro civil, fazer uma análise técnica e orçamentária e, assim, definir qual o tipo de fundação indicado para o edifício em análise. Contudo, pode-se afirmar que nas regiões metropolitanas, onde há grande densidade de construções e, para edifícios altos, o <strong>sistema de fundação</strong> hélice-contínua monitorada é competitivo.</p>
<p><strong>A poluição sonora e o risco que a fundação pelo modelo bate-estaca pode trazer às edificações vizinhas são os principais motivos que têm estimulado a opção pelo sistema helicoidal?</strong><br />
Esse, sem dúvida, é o principal motivo da utilização desse sistema construtivo de fundações em regiões centrais das cidades. A vibração provocada pelo equipamento bate-estaca, ou até mesmo pelo equipamento utilizado para a construção de uma estaca tipo Franki, causa muita vibração. Essa vibração, geralmente afeta as construções vizinhas e, por muitas vezes, ocorrem o aparecimento de fissuras. Aconselha-se que a utilização de sistemas de fundações que geram vibrações no terreno, seja utilizada em regiões onde há poucas edificações.</p>
<p><strong>As denominadas construções verdes substituíram definitivamente a fundação bate-estaca pela helicoidal?</strong><br />
Em situações onde não possam ser gerados vibrações e excesso de poluição sonora, a fundação tipo hélice-contínua monitorada é a mais indicada para edifícios altos. Contudo, para edifícios de médio porte, podem-se utilizar as estacas escadas com trado mecânico e as estacas tipo Strauss.</p>
<p><strong>Isso não significa, no entanto, que a fundação bate-estaca esteja condenada a desaparecer.</strong><br />
Como disse anteriormente, para cada caso de construção, uma <strong>análise técnica</strong> e orçamentária deve ser feita. A utilização de fundações em estacas pré-moldadas de concreto (ou estacas de perfis metálicos ou até mesmo de madeira) tem seu espaço garantido no mercado. Em situações onde os esforços nas fundações têm valores considerados elevados e o nível de água impede a construção de outro tipo de fundação, uma alternativa é a utilização de estacas pré-moldadas.</p>
<p><strong>Antes de fazer a opção por um ou outro sistema de fundação é preciso, então, observar as características geotécnicas do solo?</strong><br />
É de fundamental importância ter um prévio conhecimento do solo do local onde será construído o futuro edifício. Cito Pedro Donizete Zacarin: sem sondagem não existe fundação. No mínimo um ensaio a percussão simples com circulação de água (SPT, do inglês Standard Penetration Test) deve ser feito. O número de furos de sondagem é função da área projetada da edificação em planta sobre o terreno. O ensaio de SPT dará condições técnicas para que o engenheiro civil possa projetar uma fundação com segurança e economia. Atualmente, um ensaio denominado SPTT tem sido utilizado com maior frequência, pois por meio deste ensaio é possível ter parâmetros de maior precisão sobre o atrito lateral exercido pela estaca junto ao solo.</p>
<p><strong>Quais fatores que determinam a escolha do tipo de fundação?</strong><br />
- O perfil geotécnico do terreno onde será construída a edificação.<br />
- A intensidade das ações transmitidas pelos pilares às fundações.<br />
- A profundidade do nível de água no terreno.<br />
- A topografia do terreno.<br />
- A existência de construções ao redor da futura edificação.<br />
- A disponibilidade de fundações disponível no mercado.<br />
- O custo da fundação.</p>
<p><strong>Utilizar fundação feita pelo sistema hélice-contínua ou pelo sistema bate-estaca traz alguma alteração na estrutura do edifício em construção? Por exemplo, edifícios com andares altos carecem de um tipo de fundação diferentemente de outros?</strong><br />
A utilização de estacas hélice-contínua monitorada ou pré-moldada não acarreta mudança na superestrutura. Entende-se por superestrutura, os pilares, as vigas e lajes do edifício. O que muda é o projeto da infraestrutura. Dependendo do tipo de fundação a ser utilizada, o número de estacas por pilar poderá ser diferente. Desta forma, o elemento de ligação entre os pilares e as estacas, chamado bloco de coroamento ou bloco sobre estacas poderá ser diferente em ambos os casos.</p>
<p><strong>Quais as vantagens e desvantagens de cada tipo de fundação?</strong><br />
Cada sistema de fundação tem suas vantagens e desvantagens. Neste texto vou me ater às fundações do tipo hélice-contínua monitorada e pré-moldada de concreto.<br />
- <em>Vantagens da hélice-contínua monitorada</em>: alta produtividade; elevado grau de qualidade; possibilidade de execução muito próxima a divisa do terreno, evitando excentricidades entre as ações atuantes nos pilares e o centro das estacas; pode ser executada abaixo do nível de água; pode ser utilizada em qualquer tipo de solo; provoca pouca ou nenhuma vibração; apresenta baixa intensidade de barulho para sua execução.<br />
- <em>Desvantagens da hélice-contínua monitorada</em>: necessidade de locais planos para locomoção dos equipamentos de execução; grande acumulo de solo retirado, exigindo remoção constante; número grande de estacas para ser competitiva com os demais sistemas disponíveis no mercado.<br />
- <em>Vantagens das estacas pré-moldadas de concreto</em>: podem ser construída abaixo do nível de água; apresentam excelente resistência mecânica e geotécnica; podem ser construídas em qualquer tipo de solo, onde o SPT seja inferior a 25 golpes para diâmetros menores que 30 cm e 35 golpes para diâmetros maiores ou iguais a 30 cm; ótimo controle tecnológico dos materiais concreto e aço.<br />
- <em>Desvantagens das estacas pré-moldadas de concreto</em>: produzem excessiva vibração e alta intensidade de barulho durante sua cravação; Dificuldade de transporte para estacas com comprimento maior que 12 m; Faz-se necessária emendar estacas quando o comprimento do fuste for maior que o comprimento de produção das estacas.</p>
<p><strong>Quais normas regem a execução de fundações?</strong><br />
A norma para projeto e execução de fundações vigente no país é a “NBR 6122:2010 – Projeto e execução de fundações”. Porém, é necessária a utilização de outras normas como: NBR 6118; NBR 6484; NBR 6489; NBR 6502; NBR 7190; NBR 8681; NBR 8800; NBR 9061; NBR 9062; NBR 9603; NBR 9604; NBR 9820; NBR 10905; NBR 12069; NBR 12131; NBR 13208.</p>
<p><strong>Os sistemas para executar fundações influenciam no tipo de concreto que se deve usar nas fundações?</strong><br />
Para cada tipo de sistema de fundação a ser utilizada faz-se necessário especificar a resistência característica à compressão do concreto (fck) mínima, a plasticidade do concreto (ensaio do tronco de cone – Slump Test), o consumo mínimo de cimento por metro cúbico e o módulo de elasticidade longitudinal do concreto aos 28 dias de idade.<br />
Por exemplo, para a execução de uma fundação do tipo hélice-contínua monitorada é necessário que o concreto resistência característica à compressão igual ou superior a 20 MPa, slump igual a 22 cm ± 2 cm, fator água-cimento entre 0,53 e 0,56, consumo mínimo de cimento igual a 400 kg/m3, exsudação ≤ 1,0%, teor de ar incorporado ≤ 1,5 % e início de pega ≥ 3,0 horas.</p>
<p><strong>No que hoje tecnologias como CAD e BIM determinam o tipo de fundação que deve ser usado numa edificação?</strong><br />
O advento de ferramentas computacionais tem permitido aos engenheiros uma melhor qualidade nos <strong>projetos civis de engenharia</strong>. Isso ocorre também nos projetos estruturais e de fundações. As modelagens computacionais permitem ao engenheiro analisar inúmeras possibilidade de esquemas estáticos e, assim, optar por um que apresente bom desempenho estrutural e economia na construção.</p>
<p><strong>Fontes citadas pelo entrevistado</strong><br />
Manual de especificações de produtos e procedimentos ABEF, Ed. ABEF.<br />
Fundações, teoria e prática, Ed. Pini.<br />
Fundações por estacas, Cinta e Aoki, Ed. Oficina de textos;<br />
Fundações, vol. 02, Velloso &amp; Lopes, Ed. Oficina de textos.</p>
<p><strong> </strong><strong>Entrevistado<br />
<em>Rodrigo Gustavo Delalibera, coordenador do curso de Engenharia Civil do Campus Catalão da Universidade Federal de Goiás</em></strong></p>
<p>Por: Altair Santos</p>
<p><strong><em>Divulgação: Cia de Cimento Itambé &#8211; Blog Massa Cinzenta &#8211; <a href="http://www.cimentoitambe.com.br/massacinzenta">www.cimentoitambe.com.br/massacinzenta</a></em></strong><strong></strong></p>
</div>
</div>
</div>
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		<title>Pré-fabricado abre espaço no setor de prédios residenciais</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2011 14:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
				<category><![CDATA[cimento]]></category>
		<category><![CDATA[concreto]]></category>
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		<category><![CDATA[obras]]></category>
		<category><![CDATA[pré-fabricados]]></category>
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		<description><![CDATA[   Atualmente, 10% das empresas ligadas à ABCIC já contam com produtos especialmente desenvolvidos para o segmento habitacional O setor de construções industrializadas de concreto (pré-fabricado) estima que em 2011 crescerá 20%, em comparação aos 15% alcançados em 2010. Esse percentual refere-se ao crescimento global, que abrange obras comerciais, industriais, de infraestrutura e, sobretudo, residenciais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div> </div>
<h2><em><a href="http://www.cimentec.com.br/blog/?attachment_id=26" rel="attachment wp-att-26"><img class="alignleft size-full wp-image-26" title="morro_bumba-300x200" src="http://www.cimentec.com.br/blog/files/morro_bumba-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></em></h2>
<h2><em></em> <em>Atualmente, 10% das empresas ligadas à ABCIC já </em><em>contam com produtos especialmente </em><em>desenvolvidos para o segmento habitacional <span id="more-7"></span></em></h2>
<p>O setor de construções industrializadas de concreto (<strong>pré-fabricado</strong>) estima que em 2011 crescerá 20%, em comparação aos 15% alcançados em 2010. Esse percentual refere-se ao crescimento global, que abrange obras comerciais, industriais, de infraestrutura e, sobretudo, residenciais. É neste segmento que o pré-fabricado tem se tornado competitivo. Em 2009, em média, cada uma das empresas ligadas ao setor havia empreendido 10 mil m² em <strong>projetos habitacionais</strong>. No ano passado, esse número subiu para 30 mil m². A estimativa é de que em 2011 (os números só devem ser fechados no final do ano) o volume seja ainda mais relevante.</p>
<div>
<div id="attachment_15455">
<p>Iria Doniak: “Foi-se o tempo em que a imagem do pré-fabricado era associada somente a galpões industriais.”</p>
<p> Atualmente, 10% das empresas ligadas à Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto (ABCIC) já contam com produtos especialmente desenvolvidos para o <strong>segmento habitacional</strong> – todas elas credenciadas com o “selo de excelência ABCIC”, que integra qualidade, segurança e <strong>respeito ao meio ambiente</strong>. Agora, com o recente lançamento da segunda etapa do Minha Casa, Minha Vida, a expectativa é de que o pré-fabricado se consolide como um dos sistemas construtivos capazes de dar agilidade ao programa. “Como entidade entendemos que seguramente temos muito a contribuir com a demanda gerada pelo governo nos programas habitacionais”, avalia Iria Lícia Oliva Doniak, presidente-executiva ABCIC.</p>
</div>
<p>Segundo ela, o que precisa é que o governo federal retire barreiras que atrapalham o setor. “Diferentemente do que ocorre nos países desenvolvidos, no Brasil a carga tributária que incide sobre as construções com <strong>pré-fabricados de concreto</strong> é maior do que sobre os sistemas convencionais, o que, em alguns casos, inviabiliza a adoção do sistema”, aponta Iria Doniak. Por isso, para induzir a construção industrializada, a ABCIC, desde 2009, possui o Comitê Habitacional e o Subcomitê de Habitação de Interesse Social. O primeiro, para tratar das questões habitacionais, independentemente do tipo de empreendimento; o segundo, com foco nas habitações populares.</p>
<p>A presidente-executiva da ABCIC cita que recentemente esteve na Finlândia, participando de evento da Federação Internacional do Concreto (FIB), e que naquele país europeu a pré-fabricação em concreto para estruturas abrange 50% do mercado, enquanto a aplicação em empreendimentos habitacionais atinge 80%. “Poderíamos dizer que andar em Helsinki é como estar numa “Precast land” (terra dos pré-fabricados)”, diz, completando que no Brasil um case foi a <strong>reconstrução de moradias</strong> no Morro do Bumba, em Niterói – região atingida por deslizamentos em 2010 -, usando o pré-fabricado.</p>
<p>Porém, além das aplicações de cunho social, o pré-fabricado comporta atualmente desde <strong>edifícios de alto padrão</strong> até <strong>prédios comerciais de múltiplos</strong> <strong>pavimentos</strong>. “Como estamos falando de estrutura, embora haja variações de dimensionamento de elementos estruturais em função do número de andares e outras características, é importante ressaltar que a qualidade dos materiais empregados é a mesma, independentemente da aplicação”, afirma Iria.</p>
<p>Segundo a presidente-executiva da ABCIC, as vantagens de se adotar o sistema em pré-fabricados de concreto são as seguintes:<br />
- Construções com menores prazos para entrega, unindo maior velocidade à redução dos custos fixos, proporcionando a garantia de retorno financeiro rápido.<br />
- Busca de maior qualidade, produtividade e redução de desperdícios.<br />
- Sustentabilidade.<br />
- Mão de obra qualificada.<br />
- Resistência ao fogo.</p>
<p>“Quando produzimos as peças em pré-moldado na indústria, o processo de canteiro de obras diz respeito somente à montagem, ou seja, é seco. Não há necessidade de produção de concreto ou concretagem no local. Na indústria, em ambiente controlado, é mais fácil racionalizar o processo, reaproveitar água e produzir baixo percentual de resíduos sólidos em canteiro”, garante.</p>
<p>Além de avançar no segmento habitacional, as estruturas de concreto pré-fabricado são aplicáveis em obras industriais, comerciais, habitacionais, shopping centers, escolas, hipermercados, centros de distribuição e logística e estádios de futebol. “Para as obras da Copa de 2014, boa parte dos estádios em construção ou em reforma usarão o pré-fabricado. Estas aplicações se dão sem tolher a <strong>liberdade arquitetônica</strong>. Foi-se o tempo em que a imagem do pré-fabricado era associada somente a galpões industriais, embora este segmento ainda seja um dos consumidores do produto”, finaliza Iria Lícia Oliva Doniak.</p>
<div id="attachment_15456">
<p>Morro do Bumba, em Niterói: prédios em pré-fabricado para moradores vítimas de deslizamento</p>
</div>
<p><strong>O que é o selo ABCIC</strong><br />
A ABCIC possui um programa denominado “selo de excelência ABCIC”, que integra qualidade, segurança e meio ambiente. Trata-se de um <strong>programa evolutivo</strong>, no qual as empresas podem ingressar no nível I e gradativamente atingir o nível II ou ingressar diretamente nos níveis II e III. Os níveis possuem enfoques distintos e contemplam em seus requisitos a ABNT NBR 9062 – Projeto e Execução de Estruturas Pré-moldadas, norma técnica aplicável ao setor, NR-18 Norma Regulamentar de Segurança para a Construção Civil, ISO 9001, ISO 14001 e Responsabilidade Social.</p>
<p>No nível I o enfoque é de controle, no nível II garantia e, por fim, no nível III gestão. Este programa é gerenciado pelo CTE Centro de Tecnologia em edificações o qual é responsável pelas avaliações iniciais e semestrais de manutenção das empresas. Há uma Comissão de Credenciamento que é voluntária e composta por representantes de entidades afins (Projetistas Estruturais, Arquitetura, Normas Técnicas, Sindicato da Indústria da Construção Civil entre outras) que detêm a autoridade de validar os processos e promover alterações nas normas estabelecidas,assegurando desta forma a confiabilidade do processo.</p>
<p><strong>A norma de requisitos</strong> para obtenção do Selo de Excelo de Excelência bem como todos os regimentos encontram-se disponíveis no site <a href="http://www.abcic.org.br/" target="_blank">www.abcic.org.br</a> em <strong>certificação</strong>.</p>
<p><strong>Sugestão</strong><br />
A ABCIC está reeditando o livro “Pré-fabricados de Coletânea de Obras Brasileiras”, uma importante referência de aplicações nos diversos segmentos, lançado em 2008 pela associação e que pode ser obtido através do site <a href="http://www.abcic.org.br/">www.abcic.org.br</a>.</p>
<p><strong>Entrevistada<br />
<em>Iria Doniak, Presidente Executiva da ABCIC (Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto)</em></strong></p>
<p><strong>Por: Altair Santos</strong></p>
<p><strong>Divulgação: Cia de Cimento Itambé &#8211; Blog Massa Cinzenta &#8211; <a href="http://www.cimentoitambe.com.br/massa-cinzenta">www.cimentoitambe.com.br/massa-cinzenta</a><br />
</strong></p>
</div>
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